Conectar as diversas gerações em um só lugar. Partilhar conhecimento. Discutir assuntos da atualidade escolar.
terça-feira, 19 de junho de 2012
sábado, 9 de junho de 2012
Entenda um pouquinho mais sobre as gerações x y z
Hoje é inaceitável imaginar o comportamento de um adolescente, independente da época que tenha vivido.
Assim, fica fácil entender que um adolescente do Século XIX, com certeza terá características diferentes de um adolescente do início do Século XX, ou dos anos 50, 60 ou 90.
Dessa forma, se optou por chamar as gerações (independente de sua idade, já que as gerações envelhecem) por nomes specíficos. As principais classificações das gerações são:
Geração X
A primeira denominação moderna foi a que se denominou Geração X. Esta geração é composta dos filhos dos Baby Boomers da Segunda Guerra Mundial. (Baby Boomer é uma definição genérica para crianças nascidas durante uma explosão populacional - Baby Boom em inglês, ou, em uma tradução livre, Explosão de Bebês. Dessa forma, quando definimos uma geração como Baby Boomer é necessário definir a qual Baby Boom estamos nos referindo). Os integrantes da Geração X têm sua data de nascimento, localizada, aproximadamente, entre os anos 1960 e 1980.
Geração Y
A Segunda geração foi a denominada Geração Y, também chamada de Geração Next ou Millennnials.
Apesar de não haver um consenso a respeito do período desta geração, a maioria da literatura se refere à Geração Ycomo as pessoas nascida entre os anos 1980 e 2000. São, por isso, muitos deles, filhos da geração X e netos da Geração Baby Boomers.
Geração Z
Formada por indivíduos constantemente conectados através de dispositivos portáteis e, preocupados com o meio ambiente, a Geração Z não tem uma data definida. Pode ser integrante ou parte da Geração Y, já que a maioria dos autores posiciona o nascimento das pessoas da Geração Z entre 1990 e 2009.
Geração XY
Ainda não muito bem definida, a Geração XY é uma maneira de classificar indivíduos da Geração Y que buscam reconhecimento da forma que a Geração X fazia.
Geração Alfa (ou Alpha Generation)
Ainda sem características precisas definidas, a não ser que nascerão em um mundo conectado em rede, a próxima geração, de nascidos a partir de 2010, já tem nome: >Geração Alfa. Poderão ser filhos, tanto da geração Y, como da Geração Z.
O que significa Geração XYZ?
Recentemente tem havido uma necessidade de se nomear as gerações de forma a não alinhar com as mesmas características indivíduos de épocas diferentes. Até há pouco tempo atrás, quando nos referíamos a crianças, adolescentes ou pessoas de meia ou terceira idade acabávamos generalizando comportamento e características, independente da época em que viveram.Hoje é inaceitável imaginar o comportamento de um adolescente, independente da época que tenha vivido.
Assim, fica fácil entender que um adolescente do Século XIX, com certeza terá características diferentes de um adolescente do início do Século XX, ou dos anos 50, 60 ou 90.
Dessa forma, se optou por chamar as gerações (independente de sua idade, já que as gerações envelhecem) por nomes specíficos. As principais classificações das gerações são:
Geração X
A primeira denominação moderna foi a que se denominou Geração X. Esta geração é composta dos filhos dos Baby Boomers da Segunda Guerra Mundial. (Baby Boomer é uma definição genérica para crianças nascidas durante uma explosão populacional - Baby Boom em inglês, ou, em uma tradução livre, Explosão de Bebês. Dessa forma, quando definimos uma geração como Baby Boomer é necessário definir a qual Baby Boom estamos nos referindo). Os integrantes da Geração X têm sua data de nascimento, localizada, aproximadamente, entre os anos 1960 e 1980.
Geração Y
A Segunda geração foi a denominada Geração Y, também chamada de Geração Next ou Millennnials.
Apesar de não haver um consenso a respeito do período desta geração, a maioria da literatura se refere à Geração Ycomo as pessoas nascida entre os anos 1980 e 2000. São, por isso, muitos deles, filhos da geração X e netos da Geração Baby Boomers.
Geração Z
Formada por indivíduos constantemente conectados através de dispositivos portáteis e, preocupados com o meio ambiente, a Geração Z não tem uma data definida. Pode ser integrante ou parte da Geração Y, já que a maioria dos autores posiciona o nascimento das pessoas da Geração Z entre 1990 e 2009.
Geração XY
Ainda não muito bem definida, a Geração XY é uma maneira de classificar indivíduos da Geração Y que buscam reconhecimento da forma que a Geração X fazia.
Geração Alfa (ou Alpha Generation)
Ainda sem características precisas definidas, a não ser que nascerão em um mundo conectado em rede, a próxima geração, de nascidos a partir de 2010, já tem nome: >Geração Alfa. Poderão ser filhos, tanto da geração Y, como da Geração Z.
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, revelou ao deputado Lincoln
Portela (PR-MG) que o país registrou mais de 6 mil casos de bullying
nas escolas em 2011. Antes de se tornar ministra da Casa Civil, a então
senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) tinha projeto de campanha nacional de
conscientização. Está na gaveta.
Fonte:http://correiodobrasil.com.br/coluna-esplanada-bullying/466896/
Pelo jeito, acho que nós mesmos teremos de encabeçar tais projetos de conscientização, pois se dependermos de nossos políticos....
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Profª Ida Maria entrevista profº Antonio Celso
Confira a entrevista realizada pela professora Ida Maria.
O nosso entrevistado foi o prof. Antonio Celso.
Tema: Bullying na escola.
Entrevista filmada nos estúdios da Unimep - Campus Taquaral (Piracicaba - SP)
Projeto da Disciplina - Tecnologia na Educação. Prof. Fabiano Pereira
Pós Graduação - Docência no Ensino Superior - Turma 2012
O nosso entrevistado foi o prof. Antonio Celso.
Tema: Bullying na escola.
Entrevista filmada nos estúdios da Unimep - Campus Taquaral (Piracicaba - SP)
Projeto da Disciplina - Tecnologia na Educação. Prof. Fabiano Pereira
Pós Graduação - Docência no Ensino Superior - Turma 2012
quarta-feira, 6 de junho de 2012
10 passos para acabar com o bullying
Se você pensa que bullying é coisa só de pessoas normais está enganado. Miley Cyrus confessou em sua autobiografia que sofria deste mal no colégio. Confira algumas dicas para não passar por isso.
Ataque o bullying
Aprenda a identificar e combata esta violência sofrida pelas crianças e jovens na escola.
Veja a matéria na integra e faça o teste.
terça-feira, 5 de junho de 2012
Guia de Postura em Redes Sociais
Em tempos de Cyberbullying, vão aí algumas dicas para que possamos repensar as nossas interações nas redes sociais, para saber mais clique.
As dicas acima são do movimento Criança mais segura na Internet clique e saiba mais.
As dicas acima são do movimento Criança mais segura na Internet clique e saiba mais.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Podcast 3 - Psicóloga fala aos pais para que estejam atentos
Casos repetidos de bullying podem gerar depressão e muitos casos leva ao suicídio, segundo Cristiana Pizarro, psicóloga e Mestre em Filosofia pela PUC-RJ. Ela ressalta que os pais devem estar atentos aos filhos, porque muitos casos de bullying não são relatados pelas crianças, com medo de mais hostilização na escola.
"Implantar um sistema de responsabilização para os agressores também é muito importante, porque quanto maior a impunidade, maior a frequência de ocorrências", relata a psicóloga neste podcast.
Fonte: Folha Uol
Podcast 2 - Violência do educador pode gerar bullying?
Para o professor titular da PUC-RS e autor do livro "Bullying, Mais Sério do Que Se Imagina", em parceria com Michele Reis da Silva, Pedrinho Guareschi, essas agressões podem ser explicadas pelas práticas de dominação e violência que partem do próprio educador em sala. "Em escolas onde há rigidez na disciplina, os alunos muitas vezes, incorporam esta violência", afirma.
O especialista ressalta que outra explicação para este comportamento pode estar na violência vivida dentro de casa e vingada na escola. Ele diz que a saída para este problema está no diálogo aberto entre educadores e alunos, por meio de exibição de filmes, por exemplo.
Fonte: Folha Uol
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Ouça: Se você não sofreu, você fez....
A
Geração X² bate um papo sobre seus sofrimentos e travessuras na escola, no
trabalho, no futebol, e em qualquer lugar onde um fortão possa fazer um
fraquinho sofrer.
Atenção, o conteúdo pode não agradar às pessoas politicamente corretas, se
você é assim, nem ouça…
Agora, se você não se importa e nem acha defeito em ser gordo ou magro,
branco ou preto, alto ou baixo, e vê nas diferenças a beleza da vida e nos
obstáculos um estímulo para o salto…
Cyberbullying: a violência virtual
Na internet e no celular, mensagens com imagens e comentários depreciativos se alastram rapidamente e tornam o bullying ainda mais perverso. Como o espaço virtual é ilimitado, o poder de agressão se amplia e a vítima se sente acuada mesmo fora da escola. E o que é pior: muitas vezes, ela não sabe de quem se defender.
Todo mundo que convive com crianças e jovens sabe como eles são capazes de praticar pequenas e grandes perversões. Debocham uns dos outros, criam os apelidos mais estranhos, reparam nas mínimas "imperfeições" - e não perdoam nada. Na escola, isso é bastante comum. Implicância, discriminação e agressões verbais e físicas são muito mais frequentes do que o desejado. Esse comportamento não é novo, mas a maneira como pesquisadores, médicos e professores o encaram vem mudando. Há cerca de 15 anos, essas provocações passaram a ser vistas como uma forma de violência e ganharam nome: bullying (palavra do inglês que pode ser traduzida como "intimidar" ou "amedrontar"). Sua principal característica é que a agressão (física, moral ou material) é sempre intencional e repetida várias vezes sem uma motivação específica.
Mais recentemente, a tecnologia deu nova cara ao problema. E-mails ameaçadores, mensagens negativas em sites de relacionamento e torpedos com fotos e textos constrangedores para a vítima foram batizados de cyberbullying. Aqui, no Brasil, vem aumentando rapidamente o número de casos de violência desse tipo. Nesta reportagem, você vai entender os três motivos que tornam o cyberbullying ainda mais cruel que o bullying tradicional.
- No espaço virtual, os xingamentos e as provocações estão permanentemente atormentando as vítimas. Antes, o constrangimento ficava restrito aos momentos de convívio dentro da escola. Agora é o tempo todo.
- Os jovens utilizam cada vez mais ferramentas de internet e de troca de mensagens via celular e muitas vezes se expõem mais do que devem.
- A tecnologia permite que, em alguns casos, seja muito difícil identificar o(s) agressor(es), o que aumenta a sensação de impotência.
Raissa*, 13 anos, conta que colegas de classe criaram uma comunidade no Orkut (rede social criada para compartilhar gostos e experiências com outras pessoas) em que comparam fotos suas com as de mulheres feias. Tudo por causa de seu corte de cabelo. "Eu me senti horrorosa e rezei para que meu cabelo crescesse depressa."
Esse exemplo mostra como a tecnologia permite que a agressão se repita indefinidamente. A mensagem maldosa pode ser encaminhada por e-mail para várias pessoas ao mesmo tempo e uma foto publicada na internet acaba sendo vista por dezenas ou centenas de pessoas, algumas das quais nem conhecem a vítima. "O grupo de agressores passa a ter muito mais poder com essa ampliação do público", destaca Aramis Lopes, especialista em bullying e cyberbullying e presidente do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria. Ele chama a atenção para o fato de que há sempre três personagens fundamentais nesse tipo de violência: o agressor, a vítima e a plateia. Além disso, de acordo com Cléo Fante, especialista em violência escolar, muitos efeitos são semelhantes para quem ataca e é atacado: déficit de atenção, falta de concentração e desmotivação para os estudos.
Esse tormento permanente que a internet provoca faz com que a criança ou o adolescente humilhados não se sintam mais seguros em lugar algum, em momento algum. Na comparação com o bullying tradicional, bastava sair da escola e estar com os amigos de verdade para se sentir seguro. Agora, com sua intimidade invadida, todos podem ver os xingamentos e não existe fim de semana ou férias. "O espaço do medo é ilimitado", diz Maria Tereza Maldonado, psicoterapeuta e autora de A Face Oculta, que discute as implicações desse tipo de violência.
Pesquisa feita este ano pela organização não governamental Plan com 5 mil estudantes brasileiros de 10 a 14 anos aponta que 17% já foram vítimas de cyberbullying no mínimo uma vez.
Desses, 13% foram insultados pelo celular e os 87% restantes por textos e imagens enviados por e-mail ou via sites de relacionamento.
Fonte: Revista Escola (clique e leia mais).
Ranking do bullying no Brasil
Ultimamente, tem se falado muito em bullying que é um termo em inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica a um indivíduo incapaz de se defender. O IBGE fez um levantamento interessante em diversas escolas das capitais brasileiras, para apurar onde a pratica é mais comum. Veja o Top 10:
1º. Brasília (Distrito Federal): 35,6% dos estudantes já sofreram bullying
2º. Belo Horizonte (Minas Gerais): 35,3%
3º. Curitiba (Paraná): 35,2%
4º. Vitória (Espírito Santo): 33,3%
5º. Porto Alegre (Rio Grande do Sul): 32,6%
6º. João Pessoa (Paraíba): 32,2%
7º. São Paulo (São Paulo): 31,6%
8º. Campo Grande (Mato Grosso do Sul): 31,4%
9º. Goiânia (Goiás): 31,2%
10º. Teresina (Piauí) e Rio Branco (Acre): 30,8%
Fonte: IBGE
Podcast 1 : Depoimento de uma mãe
O bullying é definido como uma violência física ou psicológica entre colegas, repetitiva e sem razão aparente. Pode ocorrer na forma de empurrões, rejeição, gestos ou colocação de apelidos ofensivos.
Quem passa por este constrangimento relata que a situação é humilhante. Foi o caso de Henrique de Brito, 8, filho de Elaine do Nascimento. A mãe conta que a criança reclamou do comportamento de alguns colegas de escola que colocavam apelidos nele por conta de um problema nas orelhas.
Com medo de novas agressões verbais contra o filho, e após um pedido dele, Elaine entrou em contato com especialistas para receber informações sobre a otoplastia, uma cirurgia corretiva.
No podcast abaixo, ela relata os casos de agressão verbal e humilhação sofridos pelo filho --que cessaram após a cirurgia plástica, ocorrida em março deste ano.
Fonte: Folha Uol
Fonte: Folha Uol
sábado, 5 de maio de 2012
Bullying.....mas que diacho é isso?
Bullying é um termo em inglês (bully – “valentão”) utilizado para descrever formas de violência verbais, físicas ou psicológicas, intencionais ou repetitivas praticado por um indivíduo ou um grupo para intimidar o outro individuo incapaz de se defender.
O bullying pode ser dividido em dois tipos: o bullying direto, a forma mais comum entre agressores masculinos; e o bullying indireto, forma mais comum entre as mulheres e crianças, sendo sua característica o isolamento social da vítima obtido por espalhar comentários, recusa em se socializar com a vítima, intimidar outras pessoas que desejam se socializar com a vítima, criticar o modo de vestir ou outros aspectos socialmente significativos como etnia e religião. Além desses meios utilizados pelo agressor, outros também são considerados como agressões como insultar a vítima, ataques físicos, danificar pertences e expressões ameaçadoras.
Por ser um problema mundial, vem ganhando grande espaço em discussões de especialistas em educação e outros profissionais que estão em campanha para diminuir sua incidência nos vários ambientes em que ele acontece ou pode acontecer como escolas, locais de trabalho, em casa, ambientes militares e de política e até mesmo em ambientes públicos.
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